Amanhã começa a Campus Party 2010
E eu estarei lá! Finalmente poderei ser uma campuseira, coisa que não consegui nos anos anteriores.
Depois conto como foi.
E eu estarei lá! Finalmente poderei ser uma campuseira, coisa que não consegui nos anos anteriores.
Depois conto como foi.
Quando eu morava em Juiz de Fora, de vez em quando, encontrava um menino. Isso é bem comum em Juiz de Fora: as pessoas da mesma faixa de idade, ainda mais as que estudam na universidade, se encontram sempre pelos pontos de ônibus, bandejões, festas e bares. Não sei o nome dele, mas sei que ele também estudava na universidade federal. A gente se encontrava, mas como não nos conhecíamos, não trocávamos cumprimentos, nem palavras, nem nada.
O tempo passou, eu me formei, ele também, e a gente ainda se encontrava pelas ruas do centro da cidade de vez em quando. Os encontros ficaram menos frequentes até que pararam por completo. Eu nem tinha me dado conta desse fato, até me mudar pra São Paulo e começar a pegar ônibus para ir para o trabalho. Estou lá distraída – como sempre -, e quem sobe no ônibus, de terno e gravata e tudo mais? O menino de Juiz de Fora.
Eu demorei uns cinco encontros no ônibus para concluir que era realmente ele. Eu até comecei a pensar que ele não existia, e que era só um produto da minha imaginação, igual naquele filme que a Jodie Foster imagina que tem uma filha. E quando eu me referia a ele, pensava nele como o Menino Imaginário.
Nesse feriado, eu comecei a ficar bem preocupada com a fertilidade da minha imaginação: estou eu lá esperando o ônibus que me levaria para a antiga Manchester mineira, e quem me aparece para viajar no mesmo ônibus que o meu? Sim, amigos, o Menino Imaginário.
O Menino Imaginário é bem bonito. Posso estar ficando pirada, mas pelo menos minha imaginação não me decepcionou.
Como assim você não sabe o que é um Nanuni Kokoritu? O cachorro, do Nepal?

Na verdade, esse nome não existe, foi inventado pela galera do MestreSEO para um concurso de final de ano. E bom, eu estou participando, falando pra vocês sobre a raça de mentirinha mais fofa que tem.
Se eu ganhar, conto aqui pra vocês, ok? Desculpa vir com um post sem pé nem cabeça (pra vocês).
Voltemos à programação normal. Se quiserem, visitem meu blog de SEO, o SEO de Brigadeiro!
Acabei de ver Crepúsculo. Precisava entender o porquê de tanto alvoroço. E eu preciso dizer que a primeira hora do filme é ótima, mesmo.
(Adoro essa foto que peguei do Teletube. Eu sou tão boba que ri um tempão olhando pra isso. Eu me divirto com as coisas simples.)
Aí vem com aquele papinho de “quero cuidar de você, blá blá blá” e, óbvio, o filme desanda. Isso também acontece na vida real, se a gente parar pra pensar. Tá tudo indo muito bem, até o cara externar que se preocupa com você e pronto, ele perde o brilho. Mesmo que ele brilhe como diamante igual o Edward.

Eu sei, Marilyn, diamonds are the girl’s best friend. Acho que é por isso que as meninas ficam doidas quando vêem o Edward. Quase caí nessa, juro. Aquela voz misteriosa e aquele ar de menino sofrido quase me pegaram. Até esqueci que ele era o igualmente suspirável Cedrico Diggory, que morreu pelas mãos de Você-Sabe-Quem no quarto livro de Harry Potter. Sim, eu li Harry Potter, do início ao fim. Algum problema?
Até outro dia, eu não conhecia Julia Child. Mas pra quem mora ou morou nos Estados Unidos, ela é bem famosa, a Ofélia dos norte-americanos, e eu a descobri vendo o trailer de Julie & Julia na sessão de 500 Days of Summer.
No dia seguinte (sim, o mesmo dia que eu saí de casa de laçarote cantando The Smiths) comprei o livro que deu origem ao filme e li em um sábado. Ele é escrito de uma forma tão levezinha que a gente não percebe que consumiu 300 páginas.
Depois disso, corri pro YouTube pra ver Julia Child em pessoa, cozinhando.
O que eu achei legal é que ela faz um coisa simples virar um evento. Ela demora quase 7 minutos pra explicar como fazer uma omelete: manipular a panela, colocar o ovo no prato, tudo é feito com muito capricho. Faz a gente lembrar o quanto cozinhar é algo especial, coisa que eu havia esquecido tendo que cozinhar pra mim mesma por obrigação nesses meus quase 9 meses de São Paulo.
E repare na manteiga. Muita manteiga, sempre. É daquele tempo que as pessoas comiam coisas feitas na banha de porco sem peso na consciência.
Ainda não vi o filme, mas espero vê-lo em breve. Assim que eu voltar do cinema, eu conto o que eu achei.